quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Desolazione (desolação) - poesia di Giovanni Monopoli

da un dipinto di Marisa Cipolla


Desolazione

Il vuoto, la paura del buio, del nulla
una chiusa porta, un mancato vedere,
apostrofato, cancellando il sapere
nei relitti posti nella mente che frulla.

Vita frammentata, rimestata alla rinfusa,
accerchiata dalla solitudine, dal niente
con l’anima avvolta tra le nebbie vedenti
indicando la via… ancor confusa.

Rive rimestate … desolazione,
cataste di memorie sulla riva riversate,
riflessi spazzati da venti di paura, terrore
nei silenzi di realtà assopite coi suoi resti.

Propende il pensiero nell’oltre noto,
s’aggroviglia tremolante tra le cerchie del tempo
rovista, s’imbatte incredulo nell’ignoto,
s’inginocchia al destino incombente.

S’appresta silenziosamente a vestirsi
con occhi velati da ali di pianto,
tutto resta così nell’incedere fiacco,

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de uma pintura por Marisa Cipolla

desolação

O vazio, o medo do escuro, do nada
uma porta fechada, uma incapacidade de ver,
apóstrofo, apagando o know
locais de naufrágio em mente que se misturam.

Vida fragmentada, agitou-se em grandes quantidades,
cercado pela solidão, a partir do nada
com a alma envolta em brumas cegos
apontando o caminho ... ainda confuso.

Stir Rive ... desolação,
pilhas de memórias derramado sobre a terra,
reflexões varrido pelos ventos de medo, terror
nos silêncios da realidade com seus permanece dormente.

Inclina pensamento nell'oltre conhecido,
s'aggroviglia cintilação entre os círculos do tempo
remexe, encontra descrença para o desconhecido,
ajoelha-se à destruição iminente.

Silenciosamente se prepara para vestir
com os olhos velados por asas de choro,
tudo permanece nell'incedere tão fraco,

Giovanni Monopoli


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